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Mário Motta News

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Membros do Parlamento engajados na mobilização para combater avanço da dengue em SC

A situação da dengue em Santa Catarina está sendo acompanhada pelos membros da Assembleia Legislativa, que se engajaram na mobilização para combater o avanço da doença.  Até o momento, o Estado confirmou cerca de 17,6 mil casos prováveis, uma alta de 650% na comparação com o mesmo período de 2023.

O governo estadual emitiu um decreto de emergência epidemiológica, em razão da Infestação do mosquito Aedes aegypti. A medida visa facilitar a adoção de medidas pelo Executivo em apoio aos municípios.

Este é o terceiro ano seguido que Santa Catarina decreta emergência pela epidemia de dengue, que, até agora, provocou oito mortes. Foram identificados 12.885 focos do Aedes aegypti, em 215 dos 295 municípios.

Situação alarmante

O presidente da Comissão de Saúde da Alesc, deputado Neodi Saretta (PT), demonstrou preocupação com a situação e destacou a necessidade de medidas conjuntas e efetivas de combate à dengue. “Em reunião com a Secretaria de Saúde, nesta semana, fizemos uma cobrança a respeito das ações e do plano de contingência  do Estado”, informou.

Para Saretta, é necessário um esforço conjunto entre o Estado, Municípios e União. “As ações têm que ser integradas e intensificadas”, pontuou.

A Comissão de Saúde também aprovou requerimento apresentado pelo deputado Sérgio Guimarães (União), que solicita a participação do diretor da DIVE/SC em reunião do colegiado, para apresentar o cenário epidemiológico da dengue e ações previstas para 2024 no Estado de Santa Catarina no combate à dengue. O requerimento foi acatado por unanimidade pelo grupo. “Provavelmente na próxima semana teremos a presença da Dive no Parlamento para tratar dessa pauta”, afirmou.

Em suas redes sociais, o deputado Mário Motta tem publicado informações e alertas à população. Formas de prevenção, onde denunciar locais com possíveis focos do mosquito, cuidados pessoais e coletivos são algumas dicas que ele dá. “A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se prolifera em água parada. Por isso, o principal cuidado para evitar a dengue é eliminar os criadouros desse mosquito, e esta é uma ação que depende da conscientização de todos”, previne ele.

Ações preventivas e cuidados

Outra iniciativa do Parlamento foi organizada pela  Coordenadoria de Saúde, que intensificou  as ações de conscientização e de orientação junto ao público interno.

Foram distribuídos panfletos com informações referentes aos sintomas da dengue, que são, febre alta, dor atrás dos olhos, dor muscular intensa, vômito, diarreia e manchas vermelhas na pele.

“A campanha é uma ferramenta de conscientização e alerta para a prevenção da doença, visando intensificar os cuidados junto aos servidores da Casa”, avaliou a farmacêutica, Gabriela Mattos.

“A partir da orientação aos funcionários das áreas de zeladoria, serviços técnicos e jardinagem, por exemplo, o intuito ainda é de prevenir e exterminar qualquer foco de mosquito da dengue nas dependências da Alesc”, acrescentou.

Ela ainda informou que estão sendo distribuídos repelentes químicos para os servidores que circulam em ambientes com mais predisposição a contaminação pelo mosquito Aedes aegypti.

“O uso de anti-inflamatórios como a aspirina, ibuprofeno e naproxeno são contraindicados para tratar a dengue porque podem aumentar o risco de sangramento, que é uma complicação grave da doença. Paracetamol e dipirona são indicados para amenizar os sintomas”, informa.

Monitoramento

De acordo com o médico da Coordenadoria de Saúde do Parlamento, Marcelo Coltro, 10 funcionários da Casa estão sendo monitorados com sintomas de dengue. Ano passado, esse número se limitou a apenas um caso.

“Em caso de sintomas, a pessoa deverá tomar muita água, cerca de 4 a 6 litros de água por dia, para evitar a desidratação. Ainda deve evitar a automedicação e procurar a unidade de saúde mais próxima”, alerta o médico Coltro”.

“Todos estão suscetíveis. Por isso é importante se hidratar”, alerta. 

Mobilização do Estado

A secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, informou, em reunião da Comissão de Saúde nesta semana, que todos os atores do Estado estão engajados e mobilizados. “As ações no combate à dengue em Santa Catarina ultrapassam a pasta da Saúde. Há um envolvimento de todo o Governo nessa luta”, disse.    

Ela destacou o esforço empreendido pelo governo do Estado no combate à dengue. “Envolvemos praticamente todos os 295 municípios a fim de reduzir os casos em 2024, repassando um total de R$ 10 milhões em 2023 para que os gestores públicos municipais desenvolvessem ações efetivas ao enfrentamento ao mosquito. Em fevereiro foram repassados mais de R$ 5 milhões”, disse.



Vacinação em SC

Santa Catarina recebeu o primeiro lote de vacinas contra a dengue enviado pelo Ministério da Saúde. Inicialmente, as doses foram destinadas a crianças de 10 e 11 anos de 13 municípios do Norte do estado, região mais afetada pela doença.

São eles: Barra Velha, Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba, São João do Itaperiú, Schroeder, Araquari, Balneário Barra do Sul, Garuva, Itapoá, Joinville e São Francisco do Sul.

Dengue no Brasil

O número de casos de dengue no Brasil chegou a 1 milhão. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (29). A doença já causou 214 mortes e outras 687 estão em investigação.

Departamento de Comunicação do deputado Mário Motta, com informações de Valquíria Guimarães, Agência AL

Fotonotícia: Giovanni Kalabaide, Agência AL

Tags :
dengue,mobilização,prevenção

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